Redação

    Redação

    O site Enfu (enfu.com.br) informa sobre Projeto de Lei que estabelece cota de 15% das vagas em concursos públicos federais para homossexuais e transexuais. Por outro lado, bissexuais mordem as fronhas por não serem contemplados no texto base do projeto.

    No Congresso Nacional, o assunto causa polêmica, principalmente na bancada evangélica. O projeto, de autoria do deputado Marquinhos Freira (PT-BA) vem sendo alvo de severas críticas, mas dificilmente será barrado antes da aprovação.
    Depois de ser aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) seguirá para votação em abril e já conta com o apoio de 254 deputados federais.
    Pelo fato de só contemplar homossexuais e transexuais, a comunidade LGBT não recebe o projeto com simpatia e, por meio da Federação Brasileira dos Bissexuais exige que a lei abrace também esta orientação que é vítima de preconceito dobrado. Mais: acham que 15% é pouco; querem 25%.
    A continuar assim, ou a moçada heterossexual troca de time, ou corre risco de ficar desempregada.

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    Sábado, 05 Março 2016 03:30

    Ao alcance da boca

    A obesidade vem tomando conta do mundo e especialistas têm sido incansáveis no combate a esse mal. Empenhada na conscientização e mudança de hábitos alimentares, querendo mais qualidade de vida para seus clientes, Luciana Santana, formada pela Universidade Nilton Lins (AM), pós-graduada pela Faculdade Veiga de Almeida (RJ), discorre sobre suas técnicas e se diz pronta para ajudar pessoas que sofram de males cuja origem esteja no ato de comer.

    Entre as pessoas que procuram especialistas, 90% são mulheres. “Homens são mais arredios a tratamentos”, diz ela. Adolescentes e crianças acima do peso representam dois terços de sua clientela. “Normalmente quem vem em busca de aconselhamento profissional já passou por dietas ‘que ouviu dizer’ ou que ‘viu na internet’. Importante saber que não existem fórmulas mágicas para combater a gordura: cada caso é um caso. Cada ser humano tem a sua individualidade bioquímica”, afirma Luciana.
    Para iniciar um tratamento, a bela nutricionista utiliza-se de modernos aparelhos que analisam deficiências do paciente. Somando os dados coletados com entrevistas, ela determina por onde começar o combate aos maus hábitos alimentares. “Alguns pacientes tendem a mentir ou omitir fatos, mas nós temos meios de buscar a verdade”, alerta.
    Criança acima do peso – por culpa dos pais “que sempre querem ter um filho gordinho” –, Luciana diz ter-se interessado por alimentação saudável desde a pré-adolescência. “Foi quando descobri minha vocação”, informa. Ainda por volta dos 13 anos, passou a evitar açúcar, gorduras e riscou refrigerantes de sua vida.

    ÊXITO E PECADOS
    Formada há oito anos, a nutricionista sempre trabalhou em sua área profissional: grandes hospitais na capital amazonense serviram de incentivo para aprofundar-se na ciência da alimentação. Orgulhosa, ela afirma ter conseguido êxito em 95% dos casos a que se dedicou.
    Tendo concluído curso de especialização no Instituto Portugal, Luciana Santana comemora o fato de, brevemente, implantar os primeiros serviços de coach nutricional em Roraima.
    Apesar do sobrenome, Luciana não é santa e confessa lutar contra pequenos pequenos pecados: pão e chocolate. Para reduzir males, o primeiro ela produz em casa – sem as químicas que panificadores utilizam; o segundo, ela consome escondida, “bem pouquinho”, diz sorrindo.
    Fã do Instagram, sua principal rede social, a nutricionista deixa seu endereço à disposição de interessados: @santana_nutricionista. Consultório na rua José Magalhães, 151-E, Centro.

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    Sábado, 05 Março 2016 02:43

    Menino réio do sertão faz história

    É impressionante: o homem que trabalha com máquinas pesadas é leve, articulado e entende mesmo é de gente. A trajetória de Luiz Coelho de Brito é cheia de bons adjetivos e paisagens que remontam a sua origem, no interior do nordeste brasileiro.
    Sua vida teria sido um lamentar, comum entre os rincões da caatinga, se, Luiz não fosse um visionário sonhador, que trabalha duro desde que se lembra como gente.
    Nascido em família com muitos irmãos, foi na benevolência de sua mãe, viúva precoce que, ao criar como seus uma reca de meninos largados, deu a Luiz o impulso exato para saltar alto e correr em busca de sua glória que, desde pequeno, queria ser empresário.
    Sem ter por quem esperar, aproveitou ao máximo todas as chances que surgiram. Estava mesmo decidido a não ser só mais um menino réio do sertão.

    COMER O PÃO SEM VENDER A ALMA

    Aos 17 anos Luiz Brito era homem feito. Com muito trabalho, estudo e boa reputação, no vexame das coisas, conheceu o amor, Vilanir Freitas. Nem a distância entre sua casa e a casa da namorada, o desaconselho do padre ou o capricho das famílias adiantou. Casaram-se e, ao mundo, trouxeram dois filhos.
    Luiz Brito trabalhou 10 anos em “chão de fábrica”. Nesse emprego, fez de um tudo. Lá, conheceu por dentro o mundo cão da peãozada. Lá, fez sua graduação profissional. Com instrução, focado, aprendia, tinha ambição. Ocupou todos os cargos e, de posto em posto, cresceu.
    Afirma ter comido o pão que o diabo amassou, mas orgulha-se sempre em dizer que nunca vendeu a alma ao capeta.

    BONS VENTOS DO NORTE
    Em 1988, de férias, Luiz Brito vem a Roraima. Pela primeira e decisiva vez. Ficou. Do avião viu tudo que tinha a ser construído em Boa Vista. Era isso: empreenderia nas terras de Makunaima.
    Demitiu-se do emprego e começou a investir as parcas economias em Boa Vista. Desenvolto, logo se firmou e sentiu segurança para trazer sua família.

    TRADIÇÃO, EXCELÊNCIA E AMOR
    O Grupo LB Construções engloba quatro empresas, tem centenas de empregados. É também acionista no FRIGO 10, o maior e mais moderno frigorifico da Região Norte.
    A história de vida de Luiz Brito costura esse meio, sua chegada e estabelecimento como profissional experiente em um estado recém criado e carente de tudo.
    Internet, jornais e sociedade refletem os feitos do Grupo LB Construções. São diversos prêmios importantes, menções honrosas e certificados que reconhecem a importância social e estrutural do Grupo LB Construções. À frente, o homem que a lida poliu e a vida lapidou. Pessoa firme e sensível que flui com o mesmo esmero e classe em oficinas e canteiros de obras.
    Com a mesma elegância e sapiência, Luiz e a LB ocupam cadeiras importantes em nossa sociedade, fazendo políticas públicas. Luiz Brito é refinado, humilde, gosta de livros, de arte, de gente e natureza. Gosta de ser legal, ser honesto e transparente. Realizado, é sempre inquieto e, no tempo que lhe sobra, está sempre tentando construir algo novo.
    Com orgulho, Luiz repete sempre: “Eu sou feliz por nosso legado, por espalhar nossa história de sucesso em livros e jornais, mas eu sempre prefiro receber todas as pessoas aqui na sede da LB Construções”.
    E é assim mesmo. Diariamente, Luiz Brito recebe em seu escritório clientes, artistas, gestores públicos, fiscais, gente de todas as classes sociais e conta, se preciso for, essa mesma história, com detalhes que só consegue quem realmente viveu cada dia dessa construção.
    Quer fazer negócios com a LB? Quer conversar com Luiz Brito? A sede principal do Grupo LB Construções fica na Alameda dos Bambus 787, no bairro Pricumã. Se não rolar transação comercial, o cliente pode tomar um cafezinho e sair encantado com o roraimado Luiz Coelho de Brito.

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    Sexta, 04 Março 2016 04:48

    Falta de respeito

    Sem nenhum problema físico, o jovem bota seu jipão ocupando, de uma só vez, vaga para deficientes e vaga para idosos. Deve ter deficiência mental .

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    Sexta, 04 Março 2016 04:46

    Problemas mentais

    Uma pessoa que se diz sã e, deliberadamente, ocupa duas vagas destinadas a pessoas com problemas de locomoção não merece estar solta.

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    Sexta, 04 Março 2016 04:16

    Anta

    Em rede social, a foto foi postada culpando a Prefeitura de Boa Vista pelo acidente. Se, em vez de falar bobagens, nossos motoras tivessem cuidado e obedecessem limites de velocidade, essas coisas não aconteceriam. (Foto: Facebook)

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    Ao longo do tempo, a Banda Guy-Bras se consolidou como um dos grandes expoentes do reggae roraimense. Em 2016, o grupo completa 17 anos de estrada, sempre levando o melhor do reggae raiz, com canções que falam sobre paz e amor, além de versões de grandes sucessos do estilo. Destaque para as músicas do ídolo Bob Marley.
    Comandada pelo carismático guianense Mark Edwards, não por acaso conhecido como Mike Guy-Bras, o grupo conseguiu manter a proposta de sempre ter pessoas oriundas do Brasil e da Guiana em sua formação.

    De acordo com Mike, o projeto Guy-Bras surgiu em 1999, para integrar o line-up do antigo evento Reagge n’ Roll, que ocorreu em Boa Vista entre o final do século passado e começo dos anos 2000. Como o nome já sugere, a ideia do grupo é ressaltar a amizade e a parceria entre os dois países.

    SEM PRECONCEITO
    Mike diz que, apesar de ser conhecida como uma banda de reggae e ter os grandes clássicos do estilo em seu repertório, o grupo crê que a mistura de estilos é algo muito salutar para o desenvolvimento da música de Roraima. “Eu gosto de todos os estilos. Eu gosto do pessoal do rock, do forró, do samba. Essa mistura é boa para todos, pois todos representam um pouco da música do Brasil”, disse o artista.
    Em 17 anos de carreira, a Guy-Bras lançou dois CDs e um DVD. Além de ser muito conhecida em Boa Vista, a banda comandada por Mike também faz história no interior roraimense, com destaque para os shows feitos em Pacaraima. Num deles, dentro do “Fronteira Cultural”, promovido pelo Sesc-RR, a banda abriu a apresentação para a lendária Tribo de Jah, de origem maranhense.

    “Estar esse tempo tocando com a banda é algo que me deixa muito feliz. Nada disso aconteceria se eu não tivesse o apoio do público, das pessoas que conhecem o Mike, conhecem a Guy-Bras e estão sempre nos shows, nos apoiando, pedindo por nossa música”, destacou o vocalista.

    SE É BOM, DEIXA ROLAR
    A história de Mike Edwards com o Brasil iniciou-se há 25 anos. Na época, ele, que nasceu em Georgetown, capital da República Cooperativista da Guiana, era garimpeiro numa região próxima a fronteira com o Brasil. Num belo dia, decidiu deixar seu país e se aventurar nas terras Tupiniquins. “Foram nove dias de caminhada até chegar ao Brasil”, contou.

    Já em Roraima, o ex-garimpeiro se apaixonou pelo Brasil e pelos brasileiros. Começou a se transformar no que ele chama de “Preto Macuxi”. O estilo de Mike, que na época ostentava generosos dreads, trouxeram a ele comparações com o grande ícone do reggae mundial, Bob Marley: o primeiro passo para que ele aprendesse mais sobre música.
    O conhecimento acabou trazendo frutos ao artista. Apesar de sempre cantar músicas em sua língua materna, o Preto Macuxi nunca deixou de compor e cantar em Português. Essas investidas permitiram que o público conhecesse a canção “Deixa Rolar”, uma grande homenagem a Roraima, que é presença obrigatória no repertório de Mike.

    Apesar de fazer constantes shows com seu grupo, o guianense de coração brasileiro sempre pode ser encontrado no Centro de Boa Vista, principalmente nas avenidas Jaime Brasil e Sebastião Diniz, onde usa seu violão, um microfone e uma caixa de som, para mandar as mensagens de paz e harmonia presentes nos reggaes executados por ele.
    “O meu grande palco é a rua. A rua é importante pra mim, pois aqui sim você tem contanto com o seu público. Você vê as pessoas, conversa, troca ideia com elas. É muito bom tocar no palco, com a banda, ver a galera curtir. Mas eu creio que, para você ser conhecido de verdade, é preciso estar perto das pessoas”, ressaltou Mike.

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    Sexta, 04 Março 2016 01:56

    Invasão de gente fina

    Na sexta-feira, 26 de fevereiro, na rua Curupira, no final do bairro Paraviana, equipes da Prefeitura de Boa Vista demoliram três prédios que estavam sendo construídos ilegalmente, em Área de Proteção Permanente, às margens do rio Cauamé.

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    Sexta, 04 Março 2016 01:46

    Invasores atacam de dois em dois anos

    Estimulados por grileiros, apoiados por candidatos, pessoas de bem invadem terras que não lhes pertence e ficam à espera do apoio de políticos. Donos de terras sofrem

    Em Boa Vista, criou-se a indústria de invasões. Faz tempo. Rentável, a atividade cresce. Hoje, há pelo menos seis áreas invadidas na capital.
    Erasmo Sabino, empresário do setor imobiliário, sofre, mais uma vez, com a ocupação de área que lhe foi confiada para loteamento e comercialização. No início da vicinal que dá acesso à área de Bom Intento – zona rural de Boa Vista - a Gleba Murupu registra recorde de invasões. Só neste ano, pelo menos cinco reintegrações de posse foram determinadas pela Justiça.

    Ao lado da Gleba Murupu, uma área que pertence ao Governo do Estado está ocupada por mais de 3 mil famílias. Crescendo sem critérios urbanísticos, ali, grileiros vendem lotes por até R$ 40 mil.

    DE MANSINHO
    Os invasores chegam na calada da noite e, de mansinho, marcam terrenos, estendem lonas, começam construções de toscos barracos. A notícia se espalha. Logo, centenas, milhares de pessoas estão ocupando o que não lhes pertence. É assim que começa.
    Alguns invadem movidos pelo sonho de ter um lugar para morar; outros vislumbram a chance de ganhar dinheiro com o espaço invadido. Há ainda os que usam o ato ilícito para aumentar cacife político: votos. Por isso, não raro, essas ocupações ocorrem em anos de eleições.

    Com mais uma ordem de reintegração de posse para a Gleba Murupu em mão, Erasmo Sabino diz sentir pena ao desalojar famílias, “mas é difícil separar o joio do trigo. Pelos carros luxuosos que trazem materiais de construção, a gente vê que não se trata de pessoas necessitadas. É má fé mesmo”.

    Erasmo diz que os prejuízos são altos: “Mesmo com toda a papelada que garante nosso direito sobre uma área como a Gleba Murupu, temos que contratar advogados, sofremos desgaste com a opinião pública e perdemos muito tempo por causa da morosidade da Justiça; tudo para reaver o que é nosso”.

    Na visão de Sabino, a engrenagem funciona assim: “Alguém se arvora a líder de invasores, cria uma espécie de associação e cobra taxas de cada associado. Afirmam que o terreno não tem documento nem escritura, que o Estado deu a área e que algum político vai legalizar os lotes. Essa gente manipula pessoas inocentes, afirmando que elas têm o direito de invadir”.

    Sabe-se de políticos que conseguiram eleger-se para alguma coisa com ajuda da indústria de invasões. “A maior parte dos invasores usa a ação para, em seguida, vender lotes. Há quem viva exclusivamente dessa artimanha”, diz Erasmo. E protesta: “É preciso que a Justiça seja mais rigorosa, mais célere, porque a culpa é desses líderes que incentivam os atos ilícitos”.

    OFICIAL
    Sobre a invasão de terrenos pertencentes a particulares, a Prefeitura de Boa Vista afirma que vem ajudando a manter o crescimento da cidade de forma organizada e legal, e que, em casos de reintegração de posse, forças policiais precisam ser mobilizadas para levar a tarefa a termo.
    Diz ainda que atua de forma sistemática buscando a parceria dos demais setores do poder público, como o MP, Polícia Militar e a Polícia Civil para implementar ações conjuntas que levem à não ocupação regular e planejada do município.

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    Na segunda-feira, 29, a população ganhou mais quatro novas unidades na avenida Nazaré Filgueiras, no bairro Pintolândia. Acompanhada do presidente da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Eduardo Queiroz, da representante do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Aimee Verdisco, e de Vital Didonet, especialista em educação infantil a prefeita Teresa Surita inaugurou creches.

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