No dia 12, sábado, seis alunos da Escolinha de Esportes da Vila Olímpica participaram do Desafio de Boxe, promovido pela Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura (Fetec), em parceria com a Federação de Boxe do Estado de Roraima.
As academias América Champion e Monster Boxe marcaram presença. No total, foram oito combates; entre os quais, uma luta entre mulheres.
No domingo, 13, Flávio José Saraiva Monteiro, do Projeto Bolsa Atleta da Prefeitura de Boa Vista/Fetec, filiado pelo Sindicato dos Policiais Civis do ex-Território de Roraima (Sinpol) sagrou-se campeão da primeira etapa do Circuito Rei do Mar 2016, na prova Challenge na categoria 20 a 24 anos, e sexto lugar na colocação geral. Cerca de 500 atletas participaram das provas na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Transformar materiais orgânicos em adubo é a proposta da capacitação oferecida para os jovens do Projeto Crescer, programa social da Prefeitura de Boa Vista. As aulas começaram no início do mês de março e têm como proposta apresentar aos integrantes alternativas de reciclagem que garantam a sustentabilidade ambiental na cidade e a nutrição adequada do solo para melhor produção agrícola. Os jovens acompanharam de perto todo o processo no Distrito Industrial nesta terça-feira, 15.
Não deu pra esquentar. Na manhã de segunda feira, 14, menos de 48 horas da inauguração do site do Roraima Agora, o concurso “Forme a frase” teve seu primeiro ganhador. Giovani Silva, recebeu prêmio no valor de R$ 200 por ter acertado o desafio proposto por esse jornaleco.
Na festa de lançamento da novela “Velho Chico”, o supervisor do folhetim, Benedito Ruy Barbosa, causou ao falar sobre o que o público quer assistir. “Odeio história de bicha. Pode existir, pode aceitar, mas não pode transformar isso em aula para as crianças. Tenho dez netos, quatro bisnetos e tenho um puta orgulho porque são tudo macho pra cacete”, disse para desconforto de Edmara, sua filha, que escreve a novela com Bruno Luperi, um dos netos do autor.
O número real, ninguém vai saber. Com os desmandos no sistema prisional, até uma contagem de presos é difícil. E, se feita, é irreal.
Na noite de domingo, 13, muitos presos usaram escadas para se escafeder do que governos teimam chamar de penitenciária. Quantos fugiram: 40, 60, 100? Ninguém sabe. À imprensa, as mesmas declarações: “Vamos tomar providências o mais rápido possível para que isso não ocorra”.
Fugas da Pê-á continuam ocorrendo sem que se veja o Governo do Estado fazer nada. E, apesar de pedirem cabeças, sabe-se que não adianta trocar administradores se não derem condições de trabalho. Enquanto isso: que os deuses nos protejam.
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