Aroldo Pinheiro, roraimense, comerciante, jornalista formado pela Universidade Federal de Roraima. Três livros publicados: "30 CONTOS DIVERSOS - Causos de nossa gente" (2003), "A MOSCA - Romance de vida e de morte" (2004) e "20 CONTOS INVERSOS E DOIS DEDOS DE PROSA - Causos de nossa gente".
Sem escolher vítimas, peixes vorazes estão atacando banhistas
Verãozão à porta, calor, às vezes, ultrapassando os 40 graus, banhistas jogando ou deixando restos de comida cair dentro da água atraem 0piranhas que, por motivos ainda não estabelecidos pelos pesquisadores, estão atacando banhistas em praias boa-vistenses.
Nos últimos dois fins de semana, pelo menos oito banhistas registraram pequenos ferimentos deixados por esse peixes vorazes, principalmente em dedos de pés. Famintas, as piranhas têm atacado sem escolher cor, credo, classe social ou orientação sexual.
No ano passado, os ataques se concentraram em trecho da rio Cauamé, conhecido como Curupira. Agora, em 2017, já há registros de casos na Praia da Polar e na Praia Grande - local muito frequentado no rio Branco.
Normalmente, piranhas atacam em cardumes e, ao detectarem presença de sangue, se tornam mais ferozes. Banhistas, portanto, devem evitar tomar banho onde surgiram esses ataques – mesmo que esporádicos - e, principalmente, não deixar crianças sozinhas nessas áreas
Piranhas famintas comem 'viado' desprevenido
Foto da governadora viralizou em redes sociais.
O mau gosto nas galochas usadas pela chefe do Executivo estadual, na abertura da XXXIX Expoferr, quinta-feira, 5, chamaram atenção de roraimenses e roraimados. Muitos querem saber quem é o consultor/estilista de Suely. Para não contratá-lo(a).
Doido pra jogar futebol com os colegas, Tarcizinho submetia-se à pressão da mãe:
- Você só vai brincar depois da lição. Vamos lá: u-vê--á-vá – uva.
E o menino repetia: “Uva”.
Depois de bê-ô-bô-ele--ó-ló, cê-á-cá-esse-á-zá-cê-ó--có, a mãe vem com: “dê-á-dá--dê-ó-dó”.
E o pirralho, correndo para a rua, grita: "BOZÓ!”
Guilherme, 4 aninhos, resistindo à mãe querendo empurrar-lhe mais uma colherada:
- Num quero mais não, mãe. Já tô cheiro
- Não se diz “já tô cheio”, meu filho. Diz-se: já estou satisfeito.
Passado algum tempo, Mariana chama o moleque:
- Guilherme, vem ver como a lua cheia tá linda!
- Lua cheia não, mãe: lua satisfeita...
- Eu tenho medo de leão...
- Eu tenho medo de cobra...
- Eu tenho medo de vampiro...
- Eu tenho medo é de viado.
Os colegas se assustaram. Marquinho quis saber:
- Mas viado não faz mal a ninguém; você tem medo por quê?
- Papai disse que aquele careca, gordo, feioso é viado. Num gosto do jeito que ele me olha: parece que ele quer me comer.