Pelo interfone, o porteiro avisa que tem crianças em situação de perigo no apartamento 501. Mariana, mãe, vai à sacada e encontra o filho, 4 anos, em companhia de Dadá, mesma idade, ambos pendurados na tela de proteção.
Depois de cuidadosamente afastado do local e severamente advertido, Guilherme justifica:
– Mãe, a gente tava só brincando de Homem-aranha.




