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Olá, queridinhos (as)!
nHoje, volta à pauta um assunto que “os pessoal” pedem pra eu falar aqui direto: o tal do sexo
nanal, na bundinha, nos zoinho ou como queiram. Muitas já querem liberar o traseiro, mas reclamam que dói, que não podem comer feijão no dia, tem que fazer lavagem.
nÉ, meninas! Tem que estar com o orifício limpinho; caso ocorra algum acidente, vocês não vão
nquerer passar vergonha, né? Mas não é tão dramático assim. Não existe essa de que, no dia
nque for dar o anel de couro, tem que tomar só chá. Capaz! E para abordar o tema, trago a
nhistória do pedreiro Antônio Magalhães P. Araújo, 28 anos:
nTia Lyka,
nHá três anos venho pedindo o cuzinho da minha namorada. Ela sempre nega, diz que vai doer. Eu já disse que não, mas ela conta que todas as amigas delas disseram que dói muito, que dá hemorróida. Preciso da sua ajuda pra convencê-la de que não vai doer. O que faço?
nQuerido, Antônio!
nDizer que não dói é sacanagem. É quase como nascer com piroca e parir uma criança:Impossível! Não sei menti r. Inclusive já abordei esse assunto por aqui dando dicas de como
namenizar a dor. Como você está determinado, acho que o incômodo “dor” não vai serproblema. Conheço mulheres que choravam semanas quando tinham que sentar de bunda numa piroca, hoje elas não sabem fazer outra coisa. Tomara que a sua seja desse jeito.
nO segredo pra não doer é comer um cu com sacanagem. Como? Deixar a mulher relaxada. Se é com cachaça, maconha ou narguilé, não importa. O cabra bom de cu nunca assusta a caça,entre um beijinho e outro vai aguando o rego, deixando tudo bem adubado e quando ela
nestiver a ponto de gozar é só sussurrar no ouvidinho dela: – Deixa eu comer teu cu! Se levar coice, pelo menos vai saber que ela nunca gozou pra você.
nFui!
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