Sexta, 01 Abril 2016 03:11

    Traíra paga caro por fuleiragem virtual

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    Traição virtual pode trazer prejuízos Traição virtual pode trazer prejuízos www.sobreoamor.blog

    Ele foi condenado a pagar indenização por falar mal da ex

     

    No Distrito Federal, ex-marido infiel foi condenado a pagar R$ 20 mil de reparação por danos morais por ter mantido relacionamento com outra mulher quando era casado. A traição foi comprovada por meio de e-mails trocados entre o acusado e sua amante.
    A sentença é da 2ª Vara Cível de Brasília e está sujeita a recurso de apelação.

    Para o juiz da 2ª Vara Cível de Brasília, "o adultério foi demonstrado pela troca de fantasias eróticas". A situação tornou-se ainda mais grave porque, nessas ocasiões, o réu fazia comentários jocosos sobre o desempenho sexual da esposa com “a outra”.

    “Se a traição, por si só, já causa abalo psicológico ao cônjuge traído, tenho que a honra subjetiva da autora foi muito mais agredida, em saber que seu marido, além de traí-la, não a respeitava, fazendo comentários difamatórios quanto à sua vida íntima, perante sua amante, afirma a sentença.

    As provas foram colhidas pela própria esposa enganada, por meio de mensagens arquivadas no computador da família. A vítima entrou na Justiça com pedido de reparação por danos morais, alegando ofensa à sua honra subjetiva e violação de seu direito à privacidade. Acrescentou a necessidade de passar por tratamento psicológico, “pois acreditava que o marido havia abandonado a família devido a uma crise existencial". Diz ainda que “jamais desconfiou da traição, só comprovada depois que ele deixou o lar conjugal”.

    Em sua defesa, o ex-marido alegou "invasão de privacidade" e pediu a desconsideração dos e-mails como prova da infidelidade. Afirma que não difamou a ex-esposa e que ela mesma denegria sua imagem ao mostrar as correspondências a outras pessoas.

    O magistrado desconsiderou a alegação de quebra de sigilo. Para ele, não houve invasão de privacidade porque os e-mails estavam gravados no computador de uso da família e a ex-esposa tinha acesso à senha do acusado. Simples arquivos não estão resguardados pelo sigilo conferido às correspondências, concluu.
    Fonte: http://espaco-vital.jusbrasil.com.br).

    Lido 1174 vezes Última modificação em Sexta, 01 Abril 2016 04:53
    Jornal Roraima Agora

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