Ninguém sai, nem se cansa

11 Fevereiro 2018
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Fotos: Zacarias Castelo Branco (com manipulação de Aroldo Pinheiro)

Carnaval do Kutuvelo, barzinho tradicional do bairro Aparecida, atrai dezenas de foliões

Componentes das mais variadas tribos se encontram por lá, todos os dias, para uns tragos, discutir acontecimentos - importantes ou não - e jogar conversa fora. São médicos, engenheiros, advogados, dentistas, bioquímicos, arquitetos, empresários, policiais - militares e civis - e aposentados. Muitos. É a turma do Kutuvelo - boteco que fica na avenida Presidente Costa e Silva, no bairro Aparecida.

Neste ano, mais uma vez, a turma do Kutuvelo promoveu um dia de carnaval. No sábado, de meio-dia às 22h, sambas e marchinhas animaram quem por lá apareceu. Tipo o “jogo de São Severino”, tinha homens, mulheres e meninos. Festa familiar, com rua interditada para evitar problemas com tráfego de veículos.

Ninguém é obrigado a pagar nada além do próprio consumo, mas pedia-se contribuição de, pelo menos 10 reais, para pagar a banda (que não tem nome e que abre microfones para qualquer “cantante”).

Zigomar Dantas, um dos organizadores e entusiastas desse carnaval familiar festeja: “Mais uma vez o bloco Concentra mas não sai fez seu próprio carnaval”.

 

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Aroldo Pinheiro

Aroldo Pinheiro,  roraimense, comerciante, jornalista formado pela Universidade Federal de Roraima. Três livros publicados: "30 CONTOS DIVERSOS - Causos de nossa gente" (2003), "A MOSCA - Romance de vida e de morte" (2004) e "20 CONTOS INVERSOS E DOIS DEDOS DE PROSA - Causos de nossa gente".

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