Caboco do bem levará 3.500 para a avenida

19 Janeiro 2018
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Divulgação

A farra começa no dia 27 de janeiro, com a tradicional feijoada.

Na sexta-feira de carnaval, a banda Araketu faz a festa; na terça, a animação é por conta de Juninho Pegada

O Canaimé da lenda chega fazendo estardalhaço, bagunça e destrói tudo à sua volta.  Ao contrário daquele, o Canaimé do bloco carnavalesco chega de mansinho e, com segurança e responsabilidade, faz a melhor folia de rua de Roraima.

Nem bem o carnaval de 2017 chegou ao fim e Rosi Antony,  diretora-presidente e organizadora do Canaimé, começou a fazer planos e contatos para não deixar a bola cair, afinal Canaimé virou sinônimo de animação no carnaval de rua de Boa Vista.

“No ano passado, botamos 2.500 pessoas dentro de nossas cordas; para este ano, vamos oferecer 3.500 vagas, mas temos certeza de que quem deixar para a última hora vai ter que se contentar com a pipoca”, comenta Rosi no ponto de venda de abadás já montado no estacionamento do Estádio Canarinho, na avenida Ville Roy.

No ponto de vendas, cada abadá do primeiro lote está sendo vendido a R$ 100 (desde que o comprador adesive seu carro com divulgação do bloco). “Abadás do segundo lote serão vendidos a R$ 120. Se o interessado optar por parcelamento em cartão, vai desembolsar R$ 150”, alertam as vendedoras.

 

(Foto: Aroldo Pinheiro)

 

FEIJOADA

No dia 27 de janeiro, sábado, o Canaimé promove feijoada numa espécie de ensaio geral e distribuição de abadás. De tão tradicional, o evento se transformou numa espécie de primeiro grito de carnaval de rua boa-vistense.

ARAKETU E JUNINHO PEGADA

Ao Roraima Agora, empolgada, Rosi garante ficar feliz com os rumos que uma brincadeira entre amigos tomou: “Neste ano, vamos trazer o Araketu (famosa banda baiana) para animar a festa do dia 9 (sexta-feira de carnaval); no dia 13, terça-feira., Juninho Pegada (banda roraimense) não vai deixar por menos e há de levar à loucura essa moçada que busca farra com muita segurança", encerra Rosi.

Como diz a jornalista Shirley Rodrigues, “quem viver verá”.

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Aroldo Pinheiro

Aroldo Pinheiro,  roraimense, comerciante, jornalista formado pela Universidade Federal de Roraima. Três livros publicados: "30 CONTOS DIVERSOS - Causos de nossa gente" (2003), "A MOSCA - Romance de vida e de morte" (2004) e "20 CONTOS INVERSOS E DOIS DEDOS DE PROSA - Causos de nossa gente".

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