Redação

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Ao fugir de flagra, idosa morre

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Enquanto curtíamos a ressaca da eliminação em outra Copa, o mundo largava a Rússia de lado e voltava suas atenções para a Ásia, onde 12 jovens jogadores de futebol e seu treinador ficaram presos em caverna inundada, na Tailândia. Parecia ser passeio divertido com a garotada, mas virou momentos de horror com o inesperado fechamento do acesso à saída pela água.

A cada nova notícia o coração da população acelerava. Todos torciam por final feliz, mas a maioria das informações gerava ainda mais pessimismo. Falava-se em meses de espera até as condições de saída estarem favoráveis aos meninos e ao treinador.

Profissionais de mergulho de todos os quadrantes do planeta dispuseram-se a ajudar no esforço de salvamento do grupo. Em determinado momento, o noticiário sobre a possível tragédia superava a curiosidade sobre o campeonato.

A decisão de retirá-los em operação arriscada, mas bem-sucedida, revelou-se acertada. Com a meteorologia jogando contra, valia atacar em vez de defender. Ainda assim, foram três dias de suspense. A cada grupo de quatro resgatados, o alívio do sucesso e a expectativa quanto aos demais.

O impacto causado pelo problema apontou quanto a solidariedade humana ainda reina absoluta no mundo de hoje, tempos de farinha pouca, meu pirão primeiro. Aqui no Brasil, as redes sociais explodiram com pedidos de oração pelo salvamento dos jovens. Exemplo emocionante do famoso coração brasileiro.

Quanto ao cancelamento do feriadaço de terça-feira, 10, data da semifinal, deixou na mão a turma do churrasco, da cerveja, dos fogos de artifício. Bem, nem todos. Como um gaiato escreveu no Facebook, ele pararia de trabalhar ao meio-dia, assaria a carne, beberia a cerveja estupidamente gelada, com ou sem Brasil em campo. Seu argumento era definitivo: “Eu não vou me responsabilizar pelo erro dos outros...”

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