A bossa de Euterpe

06 Abril 2018
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Divulgação

Na Champanharia das Meninas, a cantora mostra que a bossa nova não ficou velha

Lá pelos idos de 1955, o baiano João Gilberto já trazia som de surdo e tamborim para batidas nas cordas de seu violão. Três anos depois, estouraria o mercado fonográfico com “Chega de saudade”, composição de Vinícius e Tom Jobim. Gravada em 78 rotações por minuto, a música é o marco do início da Bossa Nova, a bossa que, até hoje, é celebrada e cantada mundo afora.

Em Roraima, Euterpe, cantora que brinca com a voz, teve a grande sacada de fazer um show, intimista como a Bossa Nova, para homenagear esse movimento musical iniciado na metade do século passado.

Na sexta-feira, 6, a Champanharia das Meninas (rua Victor Hugo, 247 - Canarinho - 3623-2148) apresenta o show Euterpe Canta Bossa Nova - com Sérgio Barros no contrabaixo e violão, Alfredo Rolins na bateria e Magdiel Cunha no teclado. Preço quase simbólico de R$ 15 por pessoa.

Em Boa Vista, para esse tipo de show, não existe local mais apropriado. O bistrô é confortável, aconchegante, oferece bebidas de primeira linha e tem cardápio refinado que agrada a gregos e troianos, cariocas e paulistanos.

“O show é formatado para qualquer lugar ou ocasião e está disponível para eventos públicos e particulares em empresas, espaços culturais, teatros, escolas, bares e restaurantes”, afirma Euterpe. 

A cantora avisa que, no dia 14, a segunda apresentação de Euterpe canta Bossa

Nova será na Praça do Mirandinha, como parte do projeto Igarapé Cultural - da Prefeitura de Boa Vista.

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Aroldo Pinheiro

Aroldo Pinheiro,  roraimense, comerciante, jornalista formado pela Universidade Federal de Roraima. Três livros publicados: "30 CONTOS DIVERSOS - Causos de nossa gente" (2003), "A MOSCA - Romance de vida e de morte" (2004) e "20 CONTOS INVERSOS E DOIS DEDOS DE PROSA - Causos de nossa gente".

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