RABO DE ARRAIA

Golpe dado com as pernas junto ao chão visando a derrubar os oponentes. Aplica-se com um movimento de rotação, com a perna esticada, varrendo a horizontal e apoiando-se uma ou ambas as mãos no chão.

A dupla Marcos e Fernando, ambos amigos de infância, começou sua carreira musical numa festa de família em Goiânia, influenciada por amigos e parentes. De seu vasto repertório, uma das peças mais conhecidas é justamente “Rabo de Arraia”. Eis um trecho: “O mundo virou um aquário / e eu virei um tubarão / sou amigo da baleia / e amante da sardinha / não dispenso uma dourada / a peixaiada dos rios só nada na minha praia / mas agora eu tô de olho é no rabo da arraia”... BUTANTÃ – De origem tupi, significa terra muito dura, junção dos termos yby, terra, e atã, duro. É um distrito da zona oeste do município de São Paulo. A região é marcada pela heterogeneidade socioeconômica. A região era rota de passagem de bandeirantes e jesuítas que se dirigiam ao interior do país. Após a expulsão dos jesuítas do Brasil, em 1759, suas terras foram confiscadas e vendidas. O Instituto Butantan foi oficialmente inaugurado em 1901. Sua origem está associada ao combate da peste bubônica, que, por volta de 1898 causava epidemia em Santos. Somente em 1925 o nome oficial passou a ser Instituto Butantã, hoje vinculado à Secretaria de Estado da Saúde. Quase a totalidade da área abrangida pela Subprefeitura do Butantã está vinculado aos municípios vizinhos de Taboão da Serra e Osasco. O intercâmbio entre esses municípios é intenso em termos de comércio, serviços e lazer. Permanece, 113 anos depois de sua fundação, um destacado centro de pesquisa biomédica, que integra pesquisas científica e tecnológica como uma das principais entidades técnico científicas de São Paulo. DALVA DE OLIVEIRA – Vicentina de Paula Oliveira, mais conhecida como Dalva de Oliveira, foi importante cantora popular brasileira. Nasceu em 5 de março na cidade paulista de Rio Claro. Famosa, ostentou o título de Rainha da Voz e de Rouxinol do Brasil por sua extensão vocal que ia do contralto ao soprano.  Sua vida pessoal e artística foi bastante agitada, tendo sofrido muita difamação em seu casamento com o compositor Herivelto Martins. Em 1952, depois de eleita Rainha do Rádio no Rio de Janeiro, canta em Buenos Aires, onde se apaixona por Tito Climent, que se torna amigo, empresário e mais tarde seu segundo marido, novamente vítima da acusação de moral duvidosa. Concentrou-se em sua carreira, quando conheceu Manuel Nuno Carpinteiro, vinte anos mais jovem, por quem se apaixonou e foi seu terceiro marido. Realizou mais de 400 gravações e sua linda voz está reproduzida em parcerias com Carmen Miranda, Orlando Silva, Francisco Alves e Mário Reis, dentre outros. Seu repertório é riquíssimo, com destaque para músicas de Carnaval como a sempre lembrada “Maria Escandalosa, de Klécius Caldas: “Maria, Escandalosa/ Desde criança sempre deu alteração/ na escola, não dava bola/ só aprendia o que não era da lição/ Depois a Maria cresceu/ Juízo, que é bom, encolheu/ E a Maria Escandalosa é muito prosa/ É mentirosa/ Mas é gostosa/ Hoje ela não sabe nada de História e Geografia/ Mas seu corpo de sereia, dá aula de Anatomia”. . . GALÃ – A palavra tem seu berço no espanhol galán, aquele que está vestido de gala para cerimônias solenes. Também se aplica aos namoradores por quem as mocinhas suspiram. É homem belo e elegante, que leva a mulherada ao delírio no telão, na telinha ou no palco. Em francês a palavra é galant, sujeito gentil e cortejador. Muitas vezes, porém, as aparências enganam. O famoso Rock Hudson, com toda aquela pinta de galã, deixava os macios braços de Doris Day e se metia debaixo dos lençóis com seu guapo namorado...

Usar o celular, e não ser refém dele
De pó para pó

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