Consolo de corno

Meninas, Hoje eu estou com o cão no couro. Em festinha pra lá de íntima, me apareceu um alemãozão todo grande. Eu me engracei e levei aquele deus pra tirar-lhe o sumo em minha humilde residência.

Ices consumidas, uns amassos, quando venho do banheiro, depois de me assear, o homem me diz que “está com dor de cabeça”. Pode? Despachei-o e, naquela noite, me socorri com um consolo que guardo para essas horas solitárias.

Depois daquilo, amiga me disse que minha Coca-Cola era Fanta. Ela me garantiu que aquele homão tem um caso com um capitão. Cabe denúncia ao Procon?

Mas o caso de Lindinalva Silva, professora, mãe de uma menina é mais sério:

Tia Lyka, Eu e minha irmã nos casamos com dois belos rapazes lutadores de Jiu-Jitsu. A amizade entre os concunhados crescia de forma natural. Muitas vezes, eles, nos tapetes de nossas casas, treinavam golpes aprendidos na academia. Até aí, tudo bem. No sábado passado, voltei um pouco mais cedo do trabalho e dei com os dois, nus, se agarrando em cima de minha cama. Apesar da insistência de meu marido, sei que aquilo não era luta. E agora?

Lindinalva, A coisa anda muito séria. Homem, com agá maiúsculo, está cada dia mais difícil. Se você for moderninha, abra o jogo com sua irmã e vivam felizes, os quatro, para sempre; agora, se quer levar vida nos padrões ditos normais, dê as contas do boymania e arranje um que preste mesmo. Escolha alguém que lute boxe ou caratê.

Fui!

Morto é morto
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