Boquete da salvação
Sexo e futebol
Falta de rola
Impingem de bunda
Com cuspe e jeito...
Carta do Exílio
Peido brochante
Sexo e dor de cabeça
Liberando o roscofe
Sexo casual na medida certa
Pimenta no sexo
Truco do redondo
Gozando em três tempos
Viúva fogosa
Boquete da salvação
Amor de pica bate e fica
Pica não tem ombro
Mamãe, eu quero gozar
Água pra que te quero
70? Troca por dois de 35
Sexo na hora errada
Meu primeiro amor
Dar ou perder?
Consolo de corno
Só pensa naquilo
O pequeno que satisfaz
Perigos dessa vida
Beijo na Xota
Beijo grego
Dedo podre
Sexo tantra da tia Lyka
Amigos também trepam
Periquita ou Pokémon?
Perereca arrochadinha
Perereca independente
Beijar o furico é bom?
Boi na linha
Pau “drobado”
Dar o furico vicia
Sexo depois dos 80
Bulindo na rodela
Priquito cheiroso
Grelo duro
Cunilíngua e felação
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Ulisses Moroni Júnior é promotor de justiça no Estado de Roraima há 18 anos. Nas horas que sobram, pratica a literatura brasileira

Aroldo Pinheiro,  roraimense, comerciante, jornalista formado pela Universidade Federal de Roraima. Três livros publicados: "30 CONTOS DIVERSOS - Causos de nossa gente" (2003), "A MOSCA - Romance de vida e de morte" (2004) e "20 CONTOS INVERSOS E DOIS DEDOS DE PROSA - Causos de nossa gente".

Juiz ladrão
O tenente e as medalhas
A deseleitora
A morte do pistoleiro
Dinheiro suspeito
A descura
E Deus levou Malu
Festa surpresa
Visitas íntimas
Jipe velho (mas tinindo)
Sequestrador ciumento
OVNI de água doce
O desconvidado
Morto é morto
Cabaré familiar
O milagre dos pães
Velho escroto
Briga no zoológico
Oficial da reserva
Brinquedo assassino do amor
O milagreiro
Simpatia pra curar viadagem
Pai herói
Vai sem medo, amigo
Deixar como encontrou
Tá chegando mais
Juiz ladrão
O tenente e as medalhas
Hipocondria
Morto é morto
Consolo
Os que escapolem!
Traficante de amor
O homem nu
Belém, belém...
Gravidez temporã
O juiz e o BMW
Visita inesperada
O corte
Praga de mãe
Ordem Judicial
O bem e o mal
No cartão. Três vezes
Os ovos do juiz
Meu vizinho
A donzela e o despacho
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Jaider Esbell veio da terra indígena Raposa Serra do Sol, aos 18 anos. O Makuxi trouxe a paranoia, o mundo fantástico do índio ao encontro do mundo moderno das ilusões. Aqui desova literatura, arte, comunicação, uma obra viva, mimética e plural no mundo

Nascido há 71 anos em Nova Europa, região de Araraquara, mas criado em Ribeirão Preto, no então distrito de Guatapará, o jornalista Plínio Vicente da Silva ainda convive com os danos provocados pela pólio.


Profissional com passagem por vários veículos (rádio e jornal), entre eles O Estado de São Paulo, começou a carreira em Ribeirão. Sua primeira experiência foi como estagiário em O Diário, responsável pelo fechamento da coluna “Lupa e Capote”, onde publicava um resumo das ocorrências policiais da noite.

Mendigos, milionários
Loirinho e a puta Ritinha
O emporcalhado
Poesia e despudor
O doutor
O tangedor de caranguejos
O amor revelado aos berros
A santa que venceu a morte
O amor pisando em brasas
A mãe do valentão
A donzela e o despacho
O baio do capitão
A dama era de araque
A quenga do coronel
Detetive das antigas
Aninha e o príncipe encantado
A besta do Suapi
O baiano e a boneca
A fúria da natureza
O doce sabor da selva
Anjos-da-guarda
A pedra sagrada
O peão e o valentão
As babas de João de Deus
Milagre no Maruai
O cananeu e o galileu
O espírito do mal
Amor na selva
A pena de mutum
Tentação e pecado
A caganeira do Eustáquio
O judeu ‘paraguaio’
Prestação de contas--
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  aroldopinheiro   Blog do Aroldo   Plinio Vicente   Jornal Roraima agora   Blogando   era visto como   símbolo aarônico   sua sabedoria e religiosidade   solidão da selva   Quando pôs os pés   aldeia sentiu   tanto ababelado   Os anciãos não   ameaçavam e   falando dos milagres creditados   desconhecido rabi da Galileia   Pastores tocando seus rebanhos nas montanhas   pescadores cruzando   os anciãos   avião tocou   jovem deu graças aos céus por estar vivo   Ainda não conseguira entender por   após decolar   da Guiana   Ainda criança ele descobriu   seria vítima   muitas babas vida afora   lhe escorria pela boca   baba das vacas   Manezinho era peão dos bons   amansava burro xucro e fazia dele carneirinho   Certa vez   mandou ir examinar   queria comprar   Mamede nasceu nas margens   rio Purus   ficou órfão e foi criado por família cristã   já homem feito   Aristeu garimpou Amazônia afora   bamburrou e blefou   ganho com mulher e cachaça   amantes por não conseguia   livrar da manguaça   Aprender com os índios   sabedoria da vida fez com   Antônio acabasse adotando os costumes da aldeia   mas sentia falta   Jamais vira   maneira tão furiosa   Foram dias e dias   pareciam querer engolir tudo naquele fim   floresta amazônica enfrenta cheias periódicas   Zelão viera da Bahia trabalhar   outros da boa   Unidos pelas origens   tinham os mesmos hábitos   O Suapi fora tomado por   enorme vazio desde   seu Levindo   sentiam falta daquele fizera   garimpo ser conhecido   tão linda   despertava paixão nos jovens   sua aldeia   Muitas vezes   sentimento por ela os levava   Terêncio era servidor exemplar   desses para quem   trabalho é uma religião   Não estudara   mas por ser tão dedicado e por ter comprovada experiência   músico sem carreira   fazia biscates para sobreviver   Certo dia recebeu uma proposta   mudou sua vida   Recebeu proposta para ensinar   Tonico tinha fama   bom fabro   Mas certo dia descobriu   beleza e mecânica não   Foi assim   Passava pela mesma calçada e parava   mesma janela   umbral e lhe desse   pois mesmo quando já estava enfeitando   batente com sua beleza   Os donos traziam seus animais e nos fins   transformava numa grande feira   Totonho era quem cuidava dos bichos   maioria dos cavalos era da raça manga-larga   capitão Juca Barros apartou   Seu Leôncio   oitenta e tantos anos   sorvia calmamente uma dose   chapéu   façanheiro desrespeitoso   Apolinário era solitário   só aumentou com   multiplicavam à medida   ia aumentando   Corpo e mente debilitados   roceiro aquietado   tinha uma fraqueza   Ritinha acendia nele   chama da paixão   Certa noite   não imagina   sua ’lma Essa têmpera ela forjou ainda   ventre da mãe   levada pela paixão descontrolada   Para não viver   Ele sempre foi   sujeito tranquilo   afastar todo tipo   fosse ela ao seu corpo ou à sua mente   Mas já lá pelos 18 anos   Wagner Paiva da Silva   para os íntimos   para os colegas   para asputas   Vaguinho   Figura labróstica   vestia sempre   mesmas roupas   Barba espessa e os cabelos desgrenhados   crianças tinham medo   ainda pequena   arrecifes alagoados e outros encantos   levaram Casimiro vir   longe para conhecer os lugares   tanto ouvira falar   Napoleão era bom   Letra bonita   sonhava ser jornalista   mas Juraci   Serra Branca   Jucimar era sujeitado arretado   sem medo   não enjeitava desafio   certa vez teve   parar uns dias numa vila   voava para   garimpo levando   putas e principalmente garimpeiros   Sua base era   pista   Juquinha era flanelinha e vivia num muquifo   Em outro morava Rosinha   fazia bolinhos   chuva e saia vendendo pelos sinais   Sempre repartia com ela
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